FODA-SE.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Vou aproveitar o momento de raiva (que espero que não passe) pra dizer que tu foi o maior erro da minha vida, que tu é a coisa mais estranha e ridícula que eu podia ter chamado de "amor". Quero muito, muito, muito que tudo dê errado pra ti. É, porque cansei de passar por cima do meu orgulho e dizer: "feliz aniversário" "feliz natal" "feliz ano novo" "feliz dia dos bobos". F o d a - s e. Feliz morte pra ti, porque pra mim tu tais enterrado e não vai ser musiquinha e cartinha bonitinha nenhuma que vai te tirar de lá. Mais do que nunca, saiba que te odeio com toda a força do mundo. E tudo que tem bonitinho escrito pra ti aqui foi uma grande enganação.. e se algum dia chegares a ler isso, saiba de uma coisa: tu fodeu minha vida, e eu nem me importo porque eu sei que mais cedo ou mais tarde tudo vai voltar em dobro pra ti. Idiota. Parabéns e só pra terminar:
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
É engraçado como Curitiba parece não ser a mesma de ano passado, na qual eu entrava em um taxi e vomitava rápido:
- rua martin afonso, por favor..
Naquele táxi em que meu estômago embrulhava, esfriava e parecia um borboletário, naquele mesmo, que eu não conseguia conversar com o taxista - por mais simpático e alegre que ele parecesse - pois guardava todos os pensamentos, palavras pra quem hoje é uma lembrança mal escrita no meu diário. É, Curitiba está muito diferente, agora entro no taxi com a certeza de quem ou o que encontrarei será/serão só coisas rápidas, frias - que escapam tão rápido quanto um peixe pescado das nossas mãos.
Acordo com a vontade que o dia acabe, que as coisas passem rápido e que eu volte logo pra casa onde dá pra desfrutar do colinho de mamãe e que possa chorar sem alguém me chamar de infantil, que eu possa usar o telefone quanto quiser e que a casa seja limpa, magicamente limpa.
Não suporto bagunça, mas o pouco tempo que me resta para rever a embriologia/fisiologia animal me impede de ir até a cozinha e lavar aqueles mil pratos, colheres e copos que se amontoam desordenadamente. Diferentemente daquela dedicada e boa moça que eu costumava ser que lavava as suas louças, camisetas, meias, cuecas e até o boxe sujo do banheiro , né?
Prefiro pensar que foi Curitiba quem mudou, prefiro pensar que foi tudo obra do acaso e que minhas atitudes, palavras e textinhos sentimentais como este não ajudaram e nem atrapalharam em nada, que a nossa relação caminhava para um abismo há muito tempo e que tudo que eu fiz foi empurrar mais um pouquinho.
Talvez alguém diga que isto tudo é pura dor de cotovelo, que meu coração está em frangalhos e que eu precise, realmente, de um especialista. Até concordo com esta pessoa que, diga-se de passagem, é minha mãe, mas o que poderei fazer além de concordar? Confesso minha insanidade, confesso que tudo que imagino é difícil demais, tudo que tento parece ser inalcançável demais, sujo demais, brigas demais, choros demais, feridas demais e continuo na mesma pergunta sem resposta, andando em círculos. Consequentemente, concordar com a ridícula resposta que todo mundo me dá ao saber do meu caso, é, bem aquela de " deixa rolar, o que tiver que ser vai ser" e andar por ai com a cabeça erguida fingindo possuir um orgulho e uma boa vontade que só eu sei que é irreal, é tudo que posso fazer
De mais, eu sei que meu telefone não vai tocar, esta esperança ridicula e infantil não tenho mais, e a unica diferença é que o teu também não vai e ficaremos/ficarei aqui estagnada e levando minha vida até algo muito bom acontecer e eu gritar: ha-ha you're SOOOOO last week.
- rua martin afonso, por favor..
Naquele táxi em que meu estômago embrulhava, esfriava e parecia um borboletário, naquele mesmo, que eu não conseguia conversar com o taxista - por mais simpático e alegre que ele parecesse - pois guardava todos os pensamentos, palavras pra quem hoje é uma lembrança mal escrita no meu diário. É, Curitiba está muito diferente, agora entro no taxi com a certeza de quem ou o que encontrarei será/serão só coisas rápidas, frias - que escapam tão rápido quanto um peixe pescado das nossas mãos.
Acordo com a vontade que o dia acabe, que as coisas passem rápido e que eu volte logo pra casa onde dá pra desfrutar do colinho de mamãe e que possa chorar sem alguém me chamar de infantil, que eu possa usar o telefone quanto quiser e que a casa seja limpa, magicamente limpa.
Não suporto bagunça, mas o pouco tempo que me resta para rever a embriologia/fisiologia animal me impede de ir até a cozinha e lavar aqueles mil pratos, colheres e copos que se amontoam desordenadamente. Diferentemente daquela dedicada e boa moça que eu costumava ser que lavava as suas louças, camisetas, meias, cuecas e até o boxe sujo do banheiro , né?
Prefiro pensar que foi Curitiba quem mudou, prefiro pensar que foi tudo obra do acaso e que minhas atitudes, palavras e textinhos sentimentais como este não ajudaram e nem atrapalharam em nada, que a nossa relação caminhava para um abismo há muito tempo e que tudo que eu fiz foi empurrar mais um pouquinho.
Talvez alguém diga que isto tudo é pura dor de cotovelo, que meu coração está em frangalhos e que eu precise, realmente, de um especialista. Até concordo com esta pessoa que, diga-se de passagem, é minha mãe, mas o que poderei fazer além de concordar? Confesso minha insanidade, confesso que tudo que imagino é difícil demais, tudo que tento parece ser inalcançável demais, sujo demais, brigas demais, choros demais, feridas demais e continuo na mesma pergunta sem resposta, andando em círculos. Consequentemente, concordar com a ridícula resposta que todo mundo me dá ao saber do meu caso, é, bem aquela de " deixa rolar, o que tiver que ser vai ser" e andar por ai com a cabeça erguida fingindo possuir um orgulho e uma boa vontade que só eu sei que é irreal, é tudo que posso fazer
De mais, eu sei que meu telefone não vai tocar, esta esperança ridicula e infantil não tenho mais, e a unica diferença é que o teu também não vai e ficaremos/ficarei aqui estagnada e levando minha vida até algo muito bom acontecer e eu gritar: ha-ha you're SOOOOO last week.
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